domingo, 19 de setembro de 2010

Sucot סוכות Festa das Tendas

A Festa das Tendas é uma festa judaica chamada Sucot סוכות, que foi outorgada pelo Senhor HaShem que pediu a Moisés em Lv 23,33, para que os israelitas se alegrassem na presença de D-us fazendo cabanas, e que pousassem nelas por sete dias e sete noites, nas quais recordariam assim suas origens e os quarenta anos de peregrinação no deserto.
Sucot inicia-se a dia 15 de Tishrei no calendário judaico. Também conhecido como Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas ou, até, festa das colheitas visto que coincide com a estação das colheitas em Israel, no começo do Outono. É uma das três maiores festas, conhecidas como Shalosh Regalim, onde o povo de Israel peregrinava para o Templo de Jerusalém.
Para a tradição cristã os Hebreus-Católicos também festejam esta data, onde o seu significado é acrescentado ao sentido salvífico de Yeshua HaMashia na sua primeira vinda à Terra, para salvar os gentios que até então estavam fora da Aliança Abrahamica, isso vemos no capítulo 7 do evangelho de João, onde a participação de Yeshua Ben Yosef que, no último dia da festa, o mais solene, de pé proclamava: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Aquele que crê em mim, do seu interior jorrarão rios de água viva." (Jo 7, 37-38).
Mesmo fora dos Hebreus-Católicos há o MAM Movimento Aliança de Misericórdia que sendo Católico tradicional celebra esta festa, testificando as origens judaica da fé católica romana.
Durante esse encontro todos os membros do Movimento Aliança de Misericórdia são convidados a sair de suas casas e se reunirem em louvor e adoração a Deus para relembrar suas origens espirituais do judaísmo e para que em seus corações aconteça um novo pentecostes, tal como os hebreus-católicos os membros do MAM não são proselitistas e não defendem a conversão dos judeus, pois já são o povo eleito, no entanto são aceitos caso queiram de livre vontade entrar no catolicismo e no movimento.
Que estas festas das cabanas também chamadas de Sucot seja um prenuncio de reaproximação de cristão e nossos irmãos mais velhos os judeus, dos quais temos sempre muito a aprender da sua fé milenar. Sucot Tová

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Yom Kipur Hebreu-Católico


Seder Católico do Yom Kipur 
O Dia da Expiação, o dia em que o julgamento de Deus é acreditado para ser selado para o próximo ano. 
Os dez dias entre Rosh Hashonah e Yom Kipur são chamados os Dias de Penitência. É um tempo de arrependimento e reparação das coisas que temos feito de errado, especialmente para o nosso próximo, e pedir o perdão de Deus.
Para todos acima dos treze anos de idade, o Yom Kipur é um dia de jejum, sendo que o jejum estimula a humildade e o arrependimento, disciplinando o corpo e esclarecendo a mente ao examinarmos a nossa conduta e pensamentos.
Na sinagoga, o antigo Kol Nidre (absolvição de todos os votos) é cantado e a confissão dos pecados como nos é ordenado em Levítico 26:40 é feita. 
Em casa, as velas são acesas como  memorial para os membros da família que já morreram. A oração dos enlutados com o Kaddish e o sopro do Shofar celebram o fim do dia de Yom Kipur.
Tenho continuado a manter o Yom Kipur como um dia de jejum e penitência, não para mim, mas para o povo judeu, especialmente aqueles que se afastaram de Deus. 
Também se acendem velas e e oferecem-se orações e missas pelos entes queridos que faleceram, mesmo sendo o único feriado que se celebra  sem comida e festas.
Nós oferecemos nossas orações como podemos concluindo o jejum na refeição da noite.
 
Serviço Religioso
Mãe acende as velas e diz:
Bem-aventurado és tu, ó Senhor, nosso Deus, Rei do Universo,
que nos santificaste com o sangue de teu Filho e

nos escolheste para acender as luzes para o Dia da Expiação.
Bendito és Tu, ó Senhor, nosso Deus, Rei do Universo, que nos manteve na vida, e nos preservou, e nos permitiu chegar até aqui.
Pai: Ouve, ó Israel: o Senhor nosso Deus, o Senhor é um.
Todos: Bendito seja seu soberano, glorioso nome para sempre e sempre.
Pai: Com amor eterno, Tu amas os filhos de Israel; pela lei e os mandamentos, estatutos Tu nos tens ensinado o julgamento, enviaste Teu Filho, Yeshua, para viver, ensinar e morrer entre nós.No terceiro dia, ressuscitou Tu o glorificaste diante deles. 
Agora, ó Senhor, pedimos-te que olhes para o teu povo, para estenderes a Tua misericórdia para eles e para nos abrir os olhos à tua verdade.
Criança: Tu és poderoso para sempre, ó Senhor, Tu é que dás aos mortos e poderosos a salvação.
Criança: Quem é semelhante a Ti, ó Senhor dos atos poderosos, e que pode ser comparado a Ti, ó rei, que mata e restaura a vida e faz brotar a salvação.
Criança: Tu és santo e Teu Nome é santo e sagrado, Te louvo por todos os dias.
Todos: O Senhor dos Exércitos é exaltado em juízo e o Santo Deus é santificado em justiça. Bendito és tu, ó Senhor, o Rei Santo.
Pai: Tu escolheste e amas o teu povo, ó Senhor, e dando o Dia da Expiação para o perdão, arrependimento. 
Por causa do Teu Filho, Yeshua, e para a glória do Teu Nome, lembra-te do teu povo e faz-nos sermos merecedores do Teu Reino.
Todos: Bendito és Tu, ó Senhor, que fazes a paz.
Pai: Nós todos reconhecemos nossa pecaminosidade Senhor:
Criança: os pecados que cometemos do nosso próprio livre arbítrio; pelos pecados que cometemos involuntariamente.
Criança: Por pecados que tenham cometido pelos nossos lábios, pelos pecados que cometemos em nossos corações.
Criança: Por pecados que nós cometemos os nossos vizinhos, pelos pecados que cometemos em desprezar os pais e professores.
Criança: os pecados que cometemos em presunção e erro, pelos pecados que cometemos por falta de castidade.
Criança: os pecados que cometemos por contentiousness; pelos pecados que temos cometido por inveja e talebearing.
Pai: Para todos estes, ó Deus, do perdão, perdoe, perdoe-nos, dai-nos expiação. 
Pedimos isso em nome de Yeshua, Teu Filho, que vive e reina contigo e Ruach HaKodesh, um só Deus, agora e para sempre.
Todos: Amen.
Enlutado Kaddish: para ser recitada depois de acender vela memorial
Ampliado e santificado seja seu grande nome no mundo que Ele criou segundo a Sua vontade. Ele pode estabelecer Seu reino em sua vida e em vossos dias, e na vida de toda a casa de Israel, de forma rápida e em um momento próximo.
Deixe seu grande nome seja abençoado para sempre e sempre.
Bendito louvado e glorificado, exaltado, exaltado e honrado, louvado e adorado, seja o Nome do Um, bendito seja Ele, além de todas as bênçãos, hinos, louvores e canções que são pronunciadas no mundo.
Que haja paz abundante do céu, e vida para nós e para todo o Israel.
Que Ele que faz paz nas suas alturas, faz a paz para nós e para todo o Israel, e dizei: Ámen.

adaptado de AHC Associação dos Hebreus Católicos / Yom Kipur

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Elias Friedman, o Fundador da AHC

11 de Março de 1916: Nasce na Cidade do Cabo, na África do Sul, de uma família judia. 1940: Ofereceu-se como médico na Corporação Medica Sul-Africana Medica. 05 de Agosto de 1943: É baptizado na ICAR - Igreja Católica Apostólica Romana 29 de Junho de 1953: Foi ordenado sacerdote, na Catedral de Avignon, em França 07 de Setembro de 1954: Chegou ao Monte Carmelo, na cidade de Haifa Israel, como Frade Carmelita 11 de junho de 1999: Passa à eternidade Frade Elias Friedman, OCD, Padre Carmelita descalço, viveu no Mosteiro de Stella Maris no Monte Carmelo, Israel até o ano de seu falecimento em 1999. Nascido em 1916 em uma família judia na África do Sul, Jacob Friedman se formou na Universidade de Cidade do Cabo em 1938. Em 1943, enquanto servia como médico no Corporação Médica Sul-Africana, ele entrou na Igreja Católica, quatro anos mais tarde, tornou-se carmelita e viu seu primeiro livro, "O Resgate de Israel", publicado pela Sheed and Ward, foi ordenado em 1953 e entrou em Stella Maris no ano seguinte. Criativo, sensível e versátil, o Padre Elias obteve distinção como autor, historiador das origens do Carmelo, linguista, tradutor, conferencista, músico e poeta aclamado internacionalmente. "Identidade judaica" (A imprensa Miriam, NY, 1987) foi fruto de uma vida de oração, estudo e mais de 40 anos de vida religiosa em Israel. A nova organização internacional fundada pelo padre Elias, a AHC, é uma manifestação precoce do grande discernimento espiritual contido neste trabalho. Num desenvolvimento paralelo, a Igreja, começando com o Vaticano II, foi rever a sua doutrina em relação aos judeus e ao Judaísmo. (O texto acima foi retirado da capa de "identidade judaica").

hiperligação: http//hebrewcatholic.org/index.html: (AHC Association of Hebrew-Catholics)

domingo, 5 de setembro de 2010

Rosh HaShana / Ano Novo Judaico

ראש השנה, שנה טובה 5771


Dentro de 4 dias, teremos uma grande festa, que será a festa do Ano Novo judaico, segundo a tradição o Ano Novo judaico é o aniversário da Criação, tendo D-us começado a contagem ao sexto dia, pois foi o dia da criação do Homem, que foi a unica criatura com capacidade da percepção de HaShem como Criador.

Chamado de Rosh HaShaná, que literalmente quer dizer "o primeiro do ano" e calha a 9 de Setembro, sendo que a Lua Nova aparece no pôr do sol de 8 de setembro e é quando se inicia um novo dia na tradição judaica, tal como o sábado é iniciado ao por do sol de sexta-feira e a semana começa ao por do sol de sábado.

A tradição festiva costuma, comer maçãs com mel, romãs, tâmaras como aperitivos em geral doces para representar um ano bom, e os pratos desse dia são em geral Cabeça de peixe, pois Rosh também quer dizer cabeça ou primeiro.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Quem são os Judeus-Cristãos?

O que será de facto isso de Hebreus Católicos?
E o Judaísmo Messiânico? Quais os seus fundamentos?
Será uma nova seita, para nos trazer mais confusão e divisão ao cristianismo?
Será baseado na Bíblia?

Os "judeus messiânicos" eram todos os judeus que aceitaram que Yeshua era HáMashiach (O Messias)! Dentre os judeus messiânicos conhecidos na época, podemos citar todos os apóstolos, e crentes das primeiras comunidades, e portanto a sua origem é tão antiga quanto o próprio cristianismo, que ronda 2000 anos. Porém eram conhecidos por Nazarenos.

A comunidade (kehilat em hebraico) cristã era conhecida como "O Caminho" (Netivyah em hebraico) era formada por todos os judeus convertidos, que nasceram, viveram e morreram como judeus e mantiveram as suas identidades nacionais e religiosa, ou seja não deixaram de ser judeus.

No início do movimento os nazarenos, eram aceites como judeus, só após a guerra Romano-judaica iniciada por Bar Cockbá em 150 E.C é que se iniciou um processo lento de exclusão mútua. Mas que os messiânicos não aceitaram. Dos dois lados judeus e cristãos, houve sempre através dos séculos até os dias de hoje, judeus que eram messiânicos em segredo e cristãos que eram judaizantes em segredo. Pois os cristãos estavam proibidos de praticas judaicas sob pena de excomunhão.

O Novo Testamento, ou Brit Hadashá (Ratificação da Aliança) é a confirmação dos princípios da Toráh que nos foram legados pelo Eterno na Velho Testamento entregue a Moisés (Moshe) portanto o Novo Testamento não elimina a Toráh, e sim amplia e confirma os preceitos da "Lei"

Após a conversão dos judeus, eles tornam-se seguidores de Jesus (Yeshua) e foram chamados de "apóstolos", mas não deixaram de ser judeus. Mais precisamente "Judeus Messiânicos", pois eles haviam encontrado Yeshua (Jesus) e o reconhecido como o Messias!

O Judaísmo Messiânico não é nem nunca foi uma nova seita, pelo contrário os messiânicos eram "judeus" e achavam que os prosélitos (convertidos) deveriam tornar-se judeus e praticar todos os preceitos judaicos tais como circuncisão, alimentação kosher e o Shabbat.

No entanto o movimento "O Caminho", acabou por se dividir, havendo dois grupos principais, os "ebionitas" (do hebraico אביונים, Evyonim, "pobres") que visava conciliar a crença messiânica com os preceitos da Toráh os 613 Mitzvot, e foi fundamentalmente criado logo no inicio pelos seguidores de Jesus e Tiago o Justo, tendo estado em confronto com outro grupo liderado por "Shaul Benyamin / Paulo de Tarso" que era um grupo "antijudaízante" e que defendeu que os "gentios" não precisavam ser judaizados. Foi no concilio de Antioquia que os discípulos foram chamados de Cristãos, mas o termo era pejorativo. E acabou por ser o termo que determina o nascimento de uma nova religião não judaizada no séc. IV, quando reconhecida como religião oficial do Império Romano.

No desenvolvimento histórico dos Nazarenos que estavam divididos em dois grupos como vimos acima, ebionitas e paulinos, a teologia Paulina sobrepôs-se, isso fez com que os "judeus messiânicos" se desviassem do caminho inicial trazido pelo Mestre (Rabi Yeshua), e o que mais contribuiu para esse desvio foi a conversão de inúmeros gentios que ingressaram nas igrejas fundadas pelos apóstolos trazendo para o movimento as suas tradições gentílicas, e em alguns casos até pagãs, eliminando graduadamente os aspectos judaicos da fé cristã, e acabaram por deturpar a sã doutrina que lhes fora legada.

No início não havia a doutrina da Santíssima Trindade, Imagens, o culto do domingo, a infalibilidade papal, a oração de Maria (pois só se deveria orar a D-us), o terço, a proibição de ler a bíblia (algo inconcebível no judaísmo onde todos tinham de ler a Toráh a partir dos 13 anos) e nem o celibato obrigatório existia.

Nos primeiros 3 séculos da Era Comum, a Menoráh, a estrela de David, a Toráh, os tzitzit e o talit eram símbolos de ambas as religiões, a Pessach e o Shabbat eram igualmente festejados tanto por judeus nazarenos como por judeus tradicionais, o que prova a comunhão que existia entre ambos. Mas foi a partir do Concilio de Laodicéia que ficou definitivamente determinado que seria o Domingo o dia de descanso, e os cristãos foram ameaçados de excomunhão se praticassem o Shabbat e a Pessach com os judeus, já era a igreja oficial romana a começar o anti-semitismo.

Portanto o que podemos aferir é que HaShem O Eterno não quis fazer uma nova religião, e nem Yeshua também não pretendeu tal coisa, mas sim dar continuidade à velha aliança Abrahamica, Mosaica, dada através da Toráh. Confirmando e ampliando o cumprimento da mesma. O que significa então confirmar e ampliar o cumprimento da Toráh? Significa que D-us pretendeu estender a salvação a toda a humanidade, para tal teve de levar a luz da Toráh a todos os povos e terras do mundo, pois anteriormente só os judeus (o povo do livro e guardião da verdade) eram abrangidos. Jesus veio então como o salvador Yeshua HaMashaia, morreu por todos nós como mártir na cruz, pagando os pecados dos gentios que estavam fora da protecção da Toráh e da revelação divina e assim preparou a humanidade inteira para a sua segunda vinda. Quando vier segunda vez virá como o Mashaia dos judeus. É preciso compreender que os judeus não aceitaram Jesus, porque isso fazia parte do propósito de D-us para salvar o restante da humanidade, mas D-us não os abandonou mantendo a Aliança ao Povo Escolhido os Judeus.

No final do século XIX, foi fundada na Moldávia o movimento Judaico Messiânico, com uma comunidade em Chisinau, o movimento cresceu muito sobretudo nos E.U.A.
Os hebreus-católicos formaram-se a partir de judeus convertidos ao catolicismo, no século XX, com a orientação do Padre
Elias Friedman fundador da AHC Associação de Hebreus Católicos em Israel, que era judeu convertido
Só na segunda vinda de Yeshua os judeus reconhecerão o Messias, que será judeu. Isto mostra que o judaísmo messiânico seria a continuação do projecto de D-us iniciado com o povo de Israel, através de Abraão, Isaac, Jacob, José, Moisés, David, Salomão e Jesus Cristo.

Se pensar-mos de outra forma equivale a dizer que o Eterno Deus errou, pois teria que abolir a antiga aliança, e refazer um plano de salvação da humanidade, essa teoria seria heresia visto que na Brit Hadashá lê-se que D-us não se esqueceu do seu povo e não cortou a Aliança, como prova temos o moderno estado de Israel. É preciso que se tenha em mente que HaShem o Eterno, já tinha o seu plano de salvação elaborado desde a queda de Adão, nada escapa ao intento de D-us, nada é por acaso. HaShem o nosso D-us, o único D-us é um, e é o mesmo HaShem não muda, não nos abandonará. A única diferença é que na época Messiânica que virá, a humanidade inteira se converterá. O judaísmo não é uma filosofia, uma religião ou uma tradição, mas sim a adoração fiel a HaShem, a maneira correcta de guardar os preceitos de Nosso D-us A-do-nai.

Shalom Alechem

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Israel e Palestina discutem acordo de Paz

Após algum tempo, de silêncio e expectativas falhadas, e muito contra a vontade do Irão e do Hamas, Mahmud Abbas e Beniamin Netanyahu, sentam-se à mesa, para negociar a paz, mas uma paz que seja duradoura e que se concretize na criação e reconhecimento do Estado do Palestiniano.
Mas Israel e o mundo ocidental também saem a ganhar com a criação do estado palestiniano, a paz trará maior segurança e reaproximação entre os povos, e a entrada de Israel como membro de pleno direito da União Europeia poderá se realizar.
O mundo tem os olhos postos em Israel, desde a sua fundação como estado independente, devido ao barril de pólvora que é o Médio Oriente, desde o fim do Império Otomano.

por Filipe Leal

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